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Malefic Throne - The Conquering Darkness 

 

Steve Tucker - Bass, Vocals

See also: Arise from Worms, Morbid Angel, ex-Merciless Onslaught, ex-Warfather, ex-Ceremony, ex-Nader Sadek, ex-Internecine, ex-UnderCurrent

 

John Longstreth - Drums

See also: Dim Mak, Hate Eternal, Krokmitën, Neurectomy, Nordjevel, Origin, Philippe Drouin Obvurt, Suffocation (live), ex-Malicious Intent, ex-Possession, ex-Crator, ex-Gorguts, ex-Skinless, ex-The Red Chord, ex-Unmerciful, ex-Dying Fetus (live), ex-Exhumed (live), ex-Misery Index (live), ex-Angelcorpse

 

Gene Palubicki - Guitars

See also: Demonized, Hexorcist, Perdition Temple, Omegavortex (live), ex-Angelcorpse, ex-Apocalypse Command, ex-Blasphemic Cruelty, ex-Impiety, ex-Kerasphorus (live), ex-Anal Blast

 

Caixa Acrilica

Nacional

Old Shadows Records

2026

 

 

MALEFIC THRONE (Estados Unidos) – “The Conquering Darkness” – CD 2026 – Old Shadows Records 

Você junta Steve Tucker, Gene Palubicki e John John Longstreth, coloca esses caras em um quarto fechado e só abre a porta depois que um álbum estiver composto. Com certeza o ódio, o background e a brutalidade dessa experiência só poderiam gerar um debut álbum como “The Conquering Darkness”. Eu só posso saudar a Old Shadows Records por trazer essa hecatombe musical para o público brasileiro.

 

Não é de hoje que considero Gene Palubicki como um dos grandes guitarristas do death metal contemporâneo e o que ele fez aqui comprova mais uma vez essa opinião. Se você puder imaginar uma mistura do Angel Corpse e do Morbid Angel, então a música do MALEFIC THRONE fará total sentido para você.

 

A banda já tinha mostrado que seria um nome de relevância quando lançou um autointitulado EP, em 2022. Já nesse álbum de estreia aquela sonoridade sofre injeções de esteroides e de brutalidade e o resultado é essa pancadaria musical. Não há momentos de fraqueza nesse trabalho. Ouça a faixa de abertura “Blasphémait Desecration” e “The Voice of My Ghost” e isso será percebido. Os riffs viscerais comandam o espetáculo, o baixista e vocalista Steve Tucker impõe sua presença brutal com uma performance pútrida e extremamente pesada. O baterista John John Longstreth é um monstro imparável, com linhas de bateria extremamente brutais e cheias de camadas e detalhes que só uma audição mais cuidadosa consegue perceber.

 

“Athirst for Dissonance” e “Born of Plague” são apocalípticas, principalmente a segunda, que em termos de brutalidade é capaz de devastar seus tímpanos sem o mínimo esforço. É incrível a quantidade de riffs desgraçados Gene Palubicki consegue criar. “Divine Tragedy” traz alguns elementos diferentes na guitarra em alguns momentos, mas que se casam perfeitamente com a cortante energia musical desencadeada aqui. Uma das minhas faixas favoritas é “Carnage of the Forgotten”. A mistura da selvageria visceral do Angel Corpse com a complexidade do Morbid Angel soa como uma sinfornia mortal nessa composição. Nada fica em pé após a execução dessa música.

 

A catástrofe continua com “When Our Shadows Align” (essa com riffs insanos e uma linha de bateria descomunal) e “Forged of Stone”, que tem um início matador. O riff de abertura dessa música é épico e ao vivo deve causar um caos no público.

 

Um destaque tem que ir para a arte da capa desse trabalho. Fugindo do já saturado vermelho e preto, a banda escolheu usar tons de preto e branco, criando uma arte obscura e que contrastou perfeitamente com o logotipo amarelo e vermelho. Um álbum não indicado para ouvidos sensíveis.

 

Tracklist:

 

1.Blasphémait Desecration

2.The Voice of My Ghost

3.Athirst for Dissonance

4.Born of Plague

5.Divine Tragedy

6.Carnage of the Forgotten

7.When Our Shadows Align

8.Forged of Stone

 

 

 

 

Fã Morbid Angel, Angelcorpse, Hate Eternal, Vader, Krisiun, Malevolent Creation, Deicide, Immolation

CD Malevolent Creation - Stillborn